Inclusão de terapias no SUS para visão

Inclusão de terapias no SUS para visão: entenda a necessidade delas

A inclusão de terapias no SUS para visão é muito importante, principalmente para cuidar de doenças degenerativas. Porque, como a LHON, pode ser uma grande ajuda com os custos e até mesmo para identificar melhor o problema.

Especialistas querem inclusão de terapias no SUS para visão

São para uma doença chamada neuropatia óptica hereditária de Leber, que é bem rara. Com isso, ela é pouco conhecida, mas tem chances de levar uma pessoa a cegueira. Além disso, ela surge por conta de um erro genético no DNA materno. 

Os homens são mais os afetados por ela e costumam perder a visão de maneira brusca quando jovens. No entanto, tem algumas coisas que podem agravar e fazer ficar totalmente cego:

  • Álcool;
  • Tabagismo;
  • Estresse oxidante.

Como tratar

Ainda não encontraram nenhuma cura para este problema, mas os estudos sobre ela tiveram avanço. Ou seja, dá para diminuir os danos, principalmente no momento que a doença surge.

Juliana Salum, professora do Instituto Paulista de Medicina, explicou um pouco sobre, e disse que desenvolveu um vetor. Assim, seu propósito é que não tenha a infecção do segundo olho. Bem como, o primeiro a começar o problema, tem uma recuperação rápida.

Na inclusão de terapias no SUS para visão, pode tratá-la com mais facilidade. Além disso, uma força que está em estudo, é o uso de antioxidantes com enzima Q10 e Idebenona. Então, talvez possa ajudar a recuperar um pouco da visão

Como funciona a doença?

Os pacientes começam a demonstrar o sintoma, por volta dos 15 aos 35 anos. Mas, isso ainda é um número que pode variar bastante, de um para outro. Assim, a pessoa pode parar de enxergar primeiro de um lado. 

Em torno de semanas ou alguns meses, a doença vai afetar o outro olho. No entanto, alguns relatos são de perda das duas vistas, ao mesmo tempo. Sobretudo, algumas pessoas com o problema, podem ter diagnóstico de:  

  • Tremores na postura;
  • Perda do reflexo em tornozelos;
  • Espasmos;
  • Condição parecida com esclerose múltipla.

A inclusão de terapias no SUS para visão

No momento, elas não são aprovadas para serem feitas, também não tem pedidos de medicamentos. Ou seja, no Brasil, ainda tem essa dificuldade para conseguir remédios. Mas, os Estados Unidos e União Europeia já têm acesso ao Idebenona nas agências. 

Um fato é que o preço de importação também é caro, em torno de R$800. Por fim, é difícil até mesmo de conseguir o diagnóstico certo. Porque, apenas os exames podem custar mais de R$7 mil e não tem cobertura da saúde pública. 

O apoio psicológico

Pode não ser muito comentado, mas os especialistas apontaram o sofrimento das mães. Porque, muitas se culpam por passar esse tipo de dificuldade para os filhos. Por isso, a terapia gênica para o problema, pode ajudar tanto o paciente, quanto a família. 

Doenças degenerativas

Quase igual a doença de Leber, tem os casos de ceratocone, já que também causa cegueira. Ela é causada nas córneas, além de ser hereditária e evoluir de forma lenta. Assim, no seu início, o uso de óculos é o ideal para conseguir enxergar. 

Mais tarde, quando o problema começar a se agravar, dá para trocar por lentes de contato. Já que corrige o astigmatismo, provocado pela própria doença. No entanto, ela é um caso que pode ser tratado no SUS, mesmo se precisar de cirurgias. 


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